Família retirada de casa devido a possível derrocada em Arcos de Valdevez
Em causa estava uma possível derrocada. A proteção civil entendeu que a situação podia representar um risco para esta família de quatro pessoas.
Em causa estava uma possível derrocada. A proteção civil entendeu que a situação podia representar um risco para esta família de quatro pessoas.
Mário Silvestre não estava no país durante a crise das tempestades.
Uma inundação no rés-do-chão de um edifício residencial, que decorreu esta terça-feira, foi provocada por um aluimento de terras em Penafiel, no distrito do Porto. Dois apartamentos foram afetados, sendo que nenhum deles era habitado. O processo de reparação do piso está a ser avaliado pela Proteção Civil e deverá avançar nos próximos dias, mediante as condições meteorológicas.
O Governo decretou situação de calamidade até ao próximo domingo para 68 concelhos e anunciou um pacote de medidas de apoio até 2,5 mil milhões de euros.
Luís Montenegro referiu que o mecanismo não podia ajudar a resolver o problema das operadoras de telecomunicações e da reconstituição da rede elétrica, que afetam a região Centro.
De acordo com a informação que a revista Sábado conseguiu apurar, Mário Silvestre saiu do país para estar numa formação em Bruxelas. Viajou para a capital belga no dia 26 de janeiro, depois da tempestade Ingrid, no meio da depressão Joseph e mesmo antes da depressão Kristin. A viagem foi autorizada por José Manuel Moura, presidente do organismo, uma vez que, à data da partida, ainda não existia qualquer informação relativa à depressão Kristin.
Com autorização do presidente da ANEPC, Mário Silvestre foi três dias para Bruxelas depois da tempestade Ingrid, durante a tempestade Joseph e mesmo antes da Kristin.
Face à situação meteorológica muito complexa que está prevista, o comandante nacional apelou às populações que tenham em atenção.
Vem aí a depressão Leonardo que traz chuva, vento e neve até ao fim de semana.
Proteção Civil de Pedrógão Grande explicou que "muitos dos cabos já se encontram em carga", têm energia elétrica e deve haver a "máxima precaução" para evitar casos de eletrocussão.
André Morais sublinhou, na noite desta segunda-feira no NOW, que não existe capacidade de resposta em Portugal para a reconstrução dos bens danificados pela recente tempestade Kristin.
As quedas de árvores e estruturas, as inundações e movimentos em massa foram as ocorrências mais frequentes, sobretudo, nas regiões de Coimbra, Leiria, Oeste, Lisboa e Beira Baixa.
O presidente da Proteção Civil disse hoje que "não se justifica" pedir ajuda ao Mecanismo Europeu de Proteção Civil para responder às consequências da tempestade Kristin, sustentando que tem regras e não serve "para pedir telhas nem lonas".
O mecanismo não deverá ser ativado uma vez que "Portugal ainda não esgotou a sua capacidade" de resposta à tempestade Kristin.
Nove pessoas morreram desde a semana passada na sequência do mau tempo. A Proteção Civil contabilizou cinco mortes diretamente associadas à passagem da depressão Kristin.
As autoridades avisam que o monóxido de carbono é um gás invisível e sem cheiro, tóxico, que mata em silêncio, sobretudo durante a noite ou enquanto se dorme.